Sobre mim
Antes mesmo de me tornar psicóloga, já me interessava pela Psicologia e pude experimentar os benefícios do autoconhecimento através da psicoterapia. A Comunicação Social foi minha primeira formação acadêmica. Atuei por vários anos na área, mas queria buscar algo que pudesse contribuir com o bem-estar do ser humano de maneira empática e ativa, e por isso resolvi cursar Psicologia e dar início à minha transição profissional.
Hoje, sou psicóloga clínica e trabalho com fundamentação na abordagem psicanalítica. Atuo por meio da psicoterapia individual, realizando atendimentos a adultos nas modalidades online e presencial, e a crianças e adolescentes apenas de maneira presencial. Durante as sessões, busco compreender o mundo psíquico, relacional e social de cada pessoa para lhe auxiliar a se conhecer melhor e lidar com seus pensamentos, emoções e conflitos de maneira saudável.
Formação e certificações
Centro Universitário Dinâmica das Cataratas (UDC) 2020-2024
Bacharel em Psicologia.
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Minha filosofia
Acredito que o sofrimento psíquico merece ser escutado com profundidade, respeito e ética. Como psicóloga de orientação psicanalítica, compreendo que cada sujeito é único em sua forma de sentir, desejar e se relacionar com o mundo — e que, por trás dos sintomas e dilemas, há sempre uma história que precisa ser dita, elaborada e ouvida.
Meu compromisso é oferecer um espaço de escuta cuidadosa e minuciosa, onde a palavra do paciente possa emergir com total liberdade. Na clínica psicanalítica, não se trata de dar conselhos ou respostas prontas, mas de construir, junto com o sujeito, caminhos possíveis para que ele se reconecte com seu desejo, compreenda seus conflitos e se responsabilize por sua própria trajetória.
A psicanálise é, para mim, um convite à descoberta de si mesmo, um processo muitas vezes delicado, mas, profundamente transformador. Ao permitir que o inconsciente se manifeste, abrimos espaço para entender repetições, angústias e escolhas que, até então, pareciam sem explicação.
Meu trabalho está a serviço da singularidade de cada um, com o compromisso ético de sustentar o tempo e o ritmo de cada análise/psicoterapia, respeitando os silêncios, as palavras e os afetos que surgem no percurso. O objetivo não é adaptar o sujeito ao mundo, mas ajudá-lo a construir um modo mais autêntico de viver nele.
